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Empoderamento feminino? SIM? OU CLARO? by Lança Perfume

É sobre isso que a Lança Perfume pensou, criou, desenvolveu e lançou uma coleção sobre o empoderamento feminino e a força da mulher.


A nossa luta por liberdade, igualdade política, social e econômica, família, saúde e integridade, inspirou a Lança a desenvolver essa coleção e é por isso que o Verão 19 vem com força TOTAL, aliado com o poder da mulher por meio de criações únicas.

O resultado final da coleção trás o conceito da campanha de forma harmoniosa e impactante, onde apenas as letras do manifesto iluminam as produções do espaço, dominado por um mood contemporâneo e envolvente.

A força e a energia da escritora Clara Campoamor fizeram deste um nome ícone na história da luta feminina. Reconhecida por importantes conquistas na Espanha – criou a União Republicana Feminina e esteve à frente do sufrágio feminino no país. Campoamor manteve-se ativa até o fim da vida em busca de igualdade e justiça, deixando um legado único. Sua trajetória leva a Lança Perfume a se aprofundar em uma das causas mais importantes da história da sociedade, em diversos países, exaltando neste Verão 19, o importante registro oficial: a declaração dos direitos da mulher.”


Então cada estampa e cada detalhe foi pensado e leva o nome de cada um mulher forte.


Essas estampas que vocês irão conferir no post, vocês podem encontrar na loja Sarah Concept. A loja fica localizada em Santa Maria, Santiago e São Pedro.

Além das lojas físicas as gurias enviam para todo o Brasil.


Para começar,

Vamos falar da Angela Merkel: Na segunda guerra mundial, os homens da Alemanha foram a luta, e foram dizimados, restando apenas mulheres, crianças e idosos que ajudaram a reerguer a Alemanha e a transformar na potência que é hoje.

Angela Merkel atua como chanceler do pais desde 2005, e é lembrada como uma das mulheres mais poderosas do mundo. Como a primeira mulher eleita pelo parlamento alemão e primeira personalidade política da Alemanha Oriental a governar o país, Merkel faz um governo marcado pela austeridade.



- Nísia Floresta: É considerada a primeira educadora feminista do Brasil. Escritora, e poetisa, aos seus 22 anos escreveu seu primeiro livro “Direito da mulher e injustiça dos homens.” No decorrer dos anos, até seu falecimento em 1885, escreveria outras 14 obras, hoje prestigiadas mundialmente, defendendo os direitos das mulheres, dos índios e dos escravos. Nísia também participou ativamente das campanhas abolicionista e republicana. Nísia entendia as mulheres como importantes figuras sociais, dotadas de um conhecimento fundamental para o crescimento da sociedade.



- Hillary Clinton: Advogada e política americana como primeira dama lutou pela igualdade de gênero e reforma da saúde. Colaborou com para a aprovação da lei de adoção para resolver problemas inerentes a orfanatos e a adoção de crianças com necessidades especiais. Em 2016 Hillary entra pra história como a primeira mulher a representar um grande partido nas eleições presidenciais norte-americanas.


- Rainha Elizabeth ll (Isabel ll): Atualmente com 92 anos é a atual Rainha do reino unido e de outros 15 estados independentes, é também governadora suprema da igreja da Inglaterra e, em alguns de seus reinos, possui ainda o título de Defensora da Fé.


- Margareth Thather: A dama de ferro como ficou conhecida, Margareth com sua personalidade forte foi a primeira mulher a chegar ao cargo de primeira-ministra da Grã- Bretanha e bateu o recorde no poder ao permanecer por 11 anos no comando.


- Malala Yousafzai: Malala ficou conhecida mundialmente após ser baleada na cabeça por talibãs ao sair da escola, quando tinha 15 anos, seu crime foi se manifestar contra a proibição dos estudos para mulheres em seu pais. É uma ativista paquistanesa. Foi a pessoa mais nova a ser laureada com um prémio Nobel. É conhecida principalmente pela defesa dos direitos humanos das mulheres e do acesso à educação na sua região natal do vale do Swat na província de Khyber Pakhtunkhwa, no nordeste do Paquistão, onde os talibãs locais impedem as jovens de frequentar a escola. Desde então, o ativismo de Malala tornou-se um movimento internacional.


- Zilda Arns: Médica pediatra, fundadora da pastoral da criança e da pastoral de pessoa idosa.


- Clara Campoamor (principal inspiração para a campanha): Foi escritora, política e defensora dos direitos da mulher. Criou a união Republicana Feminina e foi uma das principais impulsionadoras do direito de voto da mulher na Espanha, conquistada em 1931 e exercida pela primeira vez em pelas mulheres nas eleições de 1933.


- Anita Garibaldi: Revolucionária, conhecida pelo seu envolvimento na revolução farroupilha e no processo de unificação da Itália junto com o revolucionário e marido Giuseppe Garibaldi.


- Tarsila do Amaral: Pintora, desenhista e tradutora brasileira, uma das figuras centrais da pintura e da primeira fase do movimento modernista do Brasil


- Vera Olivo: Dona do grupo La Moda, uma mulher de fibra que construiu a marca juntamente com o seu marido, no qual primeiramente era de roupas de criança, a ideia de roupa infantil foi adormecida, e pensando em roupas que vestisse adolescentes da idade de seus dois filhos mais velhos, a Lança Perfume surge, e hoje, cada vez mais, tem ascensão e visibilidade no mundo da moda.


- Elza Soares: Aos 12 anos foi forçada a se casar e com 13 já era mãe. Apresentou-se na Rádio Tupi escondida, na esperança de conseguir dinheiro para salvar o filho doente, que veio a falecer logo depois. Com meros 21 anos, Elza já havia velado dois filhos e também o primeiro marido. Nessa época o desespero foi grande, pois ela tinha cinco crianças para criar e não trabalhava fora. Mas em meio à tragédia, surgia uma luz: ao ficar viúva, Elza finalmente conseguiu aventurar-se no meio artístico.

E, como sabemos, essa empreitada acabou dando certo. A rouquidão característica transformou Elza em uma artista singular no cenário nacional. Seu legado é tão notório que a BBC de Londres a elegeu como a cantora do milênio, em 2000.


- Sophia Loren: É uma atriz italiana. Até mais ou menos sua adolescência, ela e a família viveram numa situação econômica muito difícil em Pozzuoli. Depois de ter participado do Miss Itália, Sophia começou a fazer aulas de atuação e foi aí que começou sua história no cinema, em 1950. Aos 15 anos, apareceu em pequenos papéis, até que foi contratada pela Paramount em 1956, lançando assim sua carreira internacional. Mas sua fama se fortaleceu mesmo em 1962, quando recebeu o Oscar de Melhor Atriz e o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes, na década de 1960 Loren foi uma das atrizes mais populares do mundo. Em 1991, Sophia Loren foi declarada como "um dos tesouros do cinema" e assim recebendo um Oscar Honorário por suas contribuições para o cinema mundial.


- Marie Curie: Foi uma cientista polonesa com naturalização francesa que conduziu pesquisas pioneiras no ramo da radioatividade. Foi a primeira mulher a ser laureada com um Prémio Nobel e a primeira pessoa e única mulher a ganhar o prêmio duas vezes. A família Curie ganhou um total de cinco prêmios Nobel. Marie Curie foi a primeira mulher a ser admitida como professora na Universidade de Paris. Em 1995, a cientista se tornou a primeira mulher a ser enterrada por méritos próprios no Panteão de Paris.


- Maria da Pena: Ela foi uma das inúmeras mulheres vítimas de violência doméstica no Brasil. Seu caso foi emblemático pois levou à denúncia do Brasil na Comissão Interamericana de Direitos Humanos, comissão integrante da Organização dos Estados Americanos (OEA). Essa denúncia resultou na condenação internacional do Brasil, pela tolerância e omissão estatal nos casos de violência contra a mulher. Com essa condenação, o Brasil foi obrigado a cumprir algumas recomendações, dentre as quais destaca-se a de mudar a legislação brasileira para que houvesse uma maior proteção das mulheres em relação à violência doméstica. Isso levou à criação da Lei Maria da Penha, no ano de 2006.


- Anne Frank: foi uma adolescente alemã de origem judaica, vítima do Holocausto. Ela se tornou uma das figuras mais discutidas do século XX após a publicação do Diário de Anne Frank (1947), que tem sido a base para várias peças de teatro e filmes ao longo dos anos. Nascida na cidade de Frankfurt am Main, na República de Weimar, ela viveu grande parte de sua vida em Amsterdã, capital dos Países Baixos, onde perdeu sua cidadania alemã. Sua fama póstuma deu-se graças aos documentos em que relata suas experiências enquanto vivia escondida num quarto oculto, ao longo da ocupação alemã nos Países Baixos, durante a Segunda Guerra Mundial.


- Banaz Mahmod: Banaz foi contra a religião mulçumana no qual o marido é escolhido pela família, não aceitando se casar e se apaixonando por outro homem, depois de ir várias vezes na polícia relatar que estava sofrendo de ameaças, acabou sendo morta pelo pai e pelo tio por desonra a família por ser contra religião.


- Bibi Aisha: É uma mulher afegã que teve o rosto mutilado após tentar protestar contra o regime de seu país e de sua família, ela foi dada de presente pelo seu pai para uma família como uma compensação de um crime que ele cometeu, quando ela tinha 12 anos de idade o tio de Bibi Aisha matou um homem e como indenização precisou oferecer duas sobrinhas para a família da vítima. Ela foi aprisionada em um estábulo até o dia em que menstruou, sendo então entregue ao homem que seria seu futuro marido. Sofrendo com sucessivas torturas e espancamentos Bibi conseguiu fugir mas não durou muito tempo nas ruas pois ao ser avistada sozinha foi imediatamente presa: segundo o regime Talibã, mulheres não podem andar sem a guarda de um homem. Seu pai a encontrou na prisão após quatro meses e precisou devolvê-la a família do marido. Como punição, seus cunhados e o marido arrancaram seu nariz e orelhas com uma faca. Este seria um castigo exemplar e serviria como aviso para todas as mulheres que ousassem desobedecer seus homens. Logo após o evento, o sogro de Bibi foi visto andando com seu nariz pelas ruas como se fosse um troféu enquanto ela foi deixada para morrer nas montanhas.

A vida de Bibi Aisha foi salva por um grupo de civis que faziam trabalho humanitário no Afeganistão.


- Eleanor Roosevelt: Apoiou a política do New Deal, criada por seu marido e primo de quinto grau, o presidente Franklin Delano Roosevelt, e tornou-se grande defensora dos direitos humanos. Após a morte do marido, em 1945, Roosevelt continuou a ser uma defensora, porta-voz, ativista internacional para a coalizão do New Deal. Trabalhou para melhorar a situação das mulheres trabalhadoras, embora tenha sido contra a política dos direitos iguais, pois acreditava que ela afetaria negativamente as mulheres. Nos anos 1940, Eleanor foi uma das co-fundadoras da França Freedom House e apoiou a criação da Organização das Nações Unidas (ONU). Em 1943, Roosevelt criou a United Nations Association of the United States of America para dar suporte a criação da ONU. Foi diplomata e embaixadora dos Estados Unidos na Organização das Nações Unidas entre 1945 e 1952, por nomeação do presidente Harry Truman. Durante o seu tempo na ONU presidiu a comissão que elaborou e aprovou a Declaração Universal dos Direitos Humanos. O presidente Truman apelidou-a de "Primeira-dama do Mundo" em homenagem a suas conquistas referentes aos direitos humanos.


Texto escrito e desenvolvido com a ajuda da Camilla Avila.